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ANA BARROSO.

atRIZ  17/04/1963

Nascida no Rio de Janeiro, iniciou sua formação no Teatro Tablado no final da década de 70. Aprofundou sua formação em oficinas com mestres como Phillipe Gaulier, Amir Haddad, Rubens Corrêa, Luiz Carlos Vasconcelos (Clown), Ron Daniels, Renato Borghi, Aderbal Freire Filho, Guillermo Angelelli, Cesar Brie, Victor Olivares (voz) entre outros. Atuou em inúmeros espetáculos infantis e adultos.
Integrou, a partir de 1989, o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, sob a direção de Aderbal Freire Filho, participando de espetáculos importantes do cenário teatral carioca como “O Tiro que Mudou a História”, “Tiradentes, Inconfidência no Rio”, “Turandot ou o Congresso dos Intelectuais” e “Senhora dos Afogados”. Desde então, Aderbal continua sendo sua principal referência no teatro e parceiro em diversos projetos. Na Itália, em 1993, trabalhou com o grupo Teatro Due Mondi, aprimorando suas técnicas de Clown e teatro de rua.

Ao longo dos últimos 30 anos desenvolve um trabalho voltado para o público infantil com a dupla de Clowns "Lasanha e Ravioli" criando e produzindo um repertório de mais de dez espetáculos.  Com “A História de Topetudo”, conquista os prêmios Mambembe de Teatro – 96 como melhor espetáculo infantil, além das indicações como Melhor Atriz e Melhor Texto. Ganha o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem - 97 como Melhor Atriz, Melhor Texto e Melhor Espetáculo do Ano, e no V Festival de Teatro de Resende – 98 como Melhor Atriz.

Recentemente a Companhia recebeu os Prêmios Zilka Salaberry e CBTIJ, Categoria Especial, pela continuidade de seu trabalho no “Reconto dos Contos de Fadas”. A dupla continua circulando e apresentando seu repertório em projetos pelo Brasil, além de ministrar oficinas de clown e commedia dell’arte para atores e estudantes de artes cênicas.
A partir de 1997 participa de inúmeros projetos como “Don Juan e o Convidado de Pedra”, de Molière, sob a direção de Moacir Chaves e produção de Edson Celulari, “O Congresso dos Intelectuais”, de Bertolt Brecht, adaptado e dirigido por Aderbal Freire-Filho, “A Resistível Ascensão de Arturo Ui”, produção do CCBB-RJ, “Viver!”, com textos de Machado de Assis e “Violência da Cidade”, todos com direção de Moacir Chaves. Segue atuando em espetáculos como “Eu Nunca Disse que Prestava”, com direção de Rodrigo Penna e textos de Adriana Falcão e Luciana Pessanha, e “O Púcaro Búlgaro”, de Campos
de Carvalho, romance-em-cena dirigido por Aderbal Freire Filho que permanece em cartaz em temporadas, festivais e projetos de circulação nacional por cerca de quatro anos. Em 2010 produz e interpreta o monólogo “Merci”, de Daniel Pennac, com direção de Moacir Chaves, patrocinado pela Oi e a FUNARTE através do Prêmio de Teatro Myriam Muniz. Em 2011, também sob a direção de Moacir Chaves, atua em “Retorno ao Deserto”, de Bernard-Marie Koltès, e sob a direção de Ivan Sugahara, “Mulheres Sonharam Cavalos”, de Daniel Veronese. Em 2013, atua em “Rebeldes sobre a Raiva”, sob a direção de Rodrigo Nogueira. Em 2014 participa do espetáculo “Vianinha conta o Último Combate do Homem Comum”, do original Em Família de Oduvaldo Viana Filho, direção de Aderbal Freire Filho e, mais recentemente, integra o elenco de “Ao Redor da Mesa com Clarice Lispector”, sob a direção de Fernando Philbert.
Em TV, participou de inúmeras produções entre séries e telenovelas. Na Rede Globo seus últimos trabalhos foram “Verdades Secretas” e “O Outro Lado do Paraíso”, ambas de Walcyr Carrasco e direção de Mauro Mendonça Filho, e “A Dona do Pedaço”, em mais uma parceria com Walcyr Carrasco, sob a direção de Amora Mautner. Na Record TV participou de “Terra Prometida”, de Renato Modesto, sob a direção de Alexandre Avancini e “Jesus”, de Paula Richard, sob a direção de Edgar Miranda. No Cinema atuou nas produções nacionais "O Sonho de Rui", longa metragem dirigido por Cavi Borges e nos curtas metragens "Através dos Sentidos", com roteiro e direção de Gilson Nascimento e "Chiaro Oscuro", roteiro e direção de Anna Israel. Em “O Último Animal” (Last Animal), Ana contracenou com o ator português Joaquim de Almeida no longa metragem dirigido por Leonel Vieira, em uma co-produção Portugal-Brasil.