júlia Horta.
atRIZ • 22/01/1991 • 1,61
Nascida em Brasília em janeiro de 1991. Bacharel em interpretação teatral pela UnB, é uma artista multidisciplinar que trabalha como atriz, produtora, diretora e roteirista, ou seja atora como a mesma gosta de se chamar: atriz e outras coisas, atora.
Atua desde de criança e aos 15 anos começou a trabalhar com teatro em Brasília na Cia de teatro infantil Néia e Nando, somando mais de 20 anos de experiência na área.
Atualmente desenvolve projetos junto ao seu núcleo de criação PANCz - produtores audiovisuais não convenciaiz, que já foi contemplado com mais de 10 editais entre nacionais, estaduais e municipais.
Os seus projetos mais significativos foram:
Em 2026 rodou o filme Filhos de Ninguém, longa-metragem contemplado pela lei Ruth de Souza, edital nacional para novas realizadoras. Júlia assina o roteiro, a produção e a preparação de elenco, além de dar vida à freira Irmã Dulce. No mesmo ano estreou no cinema com o filme O Advogado de Deus, de Wagner de Assis.

Em 2025 gravou o longa-metragem O Pescador, uma outra realização do PANCz, no qual foi roteirista assistente, preparadora de elenco e interpretou a personagem Clara, uma policial na produção dirigida por Júnior França. E também deu vida à Maria, personagem do longa-metragem Pele de Rinoceronte, dirigido por Marcello Ludwig Maia. E ainda no mesmo ano estreou a série Capoeiras, da Star+, com direção de Tomás Portela.
Em 2024 filmou o longa-metragem Cruz para quem merece, no Piauí, como par de Silvério Pereira e com direção de Zé Quaresma. E nos palcos foi Nicole em Onde vivem os bárbaros, uma realização LABo e direção de Patrick Sampaio.
Em 2022 dirigiu a peça Vamo acelerá essa festinha, de Katerina Amsler.
Em 2021 estreou a série Jenipapo - uma fronteira pela independência, com direção de Chico Rasta e Alexandre Mello e protagonizou Amor dos Outros, série de comédia do Cine Brasil TV. Atuou na peça online: Microalucinações Amorosas de Amarildo Felix e direção de Lavinia Pannunzio.
Em 2020 criou o filme interativo Bifurcametragem, indicado como melhor ideia original no RioWebFest.
Nos anos de 2019, 2018 e 2017 ficou em cartaz com as peças Cavar um buraco, não ver o buraco, dirigido por João Pedro Madureira e Maria Isabel Iorio e Essa coisa que a gente não sabe o que é, mas desconfia com direção de Ignácio Aldunate.
Participou do Prêmio Multishow de Humor em 2017.
Como diretora recebeu alguns prêmios pelo curta-metragem Re-eksodos.
Desde 2016 trabalha como colaboradora no LABo Artes Perfomativas - Brecha.
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