
Diego leo.
Ator, dançarino e cantor • 15/08/1996 • 1,84
Nascido em Tabatinga, no interior do Amazonas (fronteira com a Colômbia e o Peru), formou-se Bacharel em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em 2018. Mudou-se para São Paulo em 2021, onde realizou o curso Intensivo de Atuação para Cinema e TV na Academia Internacional de Cinema (AIC) e também, desde o final de 2021, aprofunda seus estudos no método Lee Strasberg no Estúdio Estrela Strauss.
No cinema, destaca-se como o protagonista Guilherme no filme Pés de Peixe, dirigido por Larissa Ribeiro e Aldemar Matias, filme realizado pela Rede Globo em parceria com a Rede Amazônica que alcançou o recorde histórico de maior audiência da Tela Quente no ano de 2024, anunciado no Rio2C por Amauri Soares. Também integra o elenco da série Ayo, dirigida por Yasmin Thayná e escrita por Lucas Oranmian, que teve sua estreia no Festival do Rio em 2025.
Seu histórico no audiovisual inclui o longa-metragem Ostras, projeto coletivo dirigido por Pietro Teixeira, e a série original do Canal Brasil Notícias Populares, criada por André Barcinski e dirigida por Marcelo Caetano.
No formato de curta-metragem, atuou em Amém (2015) de Bernardo Ale Abinader (diretor premiado no Festival de Gramado por seu curta-metragem O Barco e o Rio) e Diego também realizou seu projeto experimental autoral À Margem (2021).
Ainda na área, assinou a coreografia dos videoclipes Céu Tropical (Dan Stump) e Your Crime (UNNA), além de ter atuado no clipe Sóis (Gabi Farias part. República Popular), todos lançados em 2021.
Seu trabalho mais recente nos palcos é o espetáculo Intenso - Meu Retorno de Saturno, sucesso de público e crítica que já levou mais de três mil pessoas ao teatro. Na peça, dirigida por Pedro Granato e escrita por Cris Wersom, divide a cena com Vitor DiCastro interpretando os personagens João e Rodrigo. Também com direção de Pedro Granato, esteve em cena interpretando o Mestre-Sala na peça Carnaval Futuro em 2024. Em 2023, interpretou o Motoqueiro em Cidades Invisíveis, peça baseada no sucesso do realismo fantástico escrito por Ítalo Calvino e com direção de Leonardo Bertholini.
Com larga experiência também no teatro infanto-juvenil, trabalhou com a companhia amazonense Casa de Artes Trilhares no espetáculo O Pequeno Príncipe (2015, direção de Manuel Fagache), integrante do 12º Festival de Teatro da Amazônia, e no musical A Bela e a Fera, em turnê que percorreu o interior do Amazonas (Tabatinga, Benjamin Constant, Santo Antônio do Içá, Tonantins e Jutaí).
No teatro musical, integrou o elenco de Urinal, o Musical (2017) e A Caixa Mágica do Natal (2020), ambos sob a direção de Matheus Sabbá, este último vencedor de três prêmios no 20º Prêmio Cenym de Teatro Nacional.
Além de sua atuação nos palcos e telas, facilita oficinas de teatro. Desde 2016, integra o projeto social TriplicArt (idealizado por Lavoisier Clement), ministrando oficinas de teatro voltadas para jovens indígenas da etnia Tikuna no Alto Solimões.
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