regina frança.
atRIZ • 16/04/1967 • 1,64
Atriz brasileira com mais de 30 espetáculos teatrais na carreira. Atriz por vocação, e formação (Faculdade Armando Álvares Penteado), tem a arte como instrumento e alimento por toda uma vida.
Aos 16 anos descobriu o teatro e, desde então não largou os palcos. Estudou Comédia Dell’Arte com Tiche Viana e se especializou em Shakespeare, Tchekhov, Clown e Direção na École Philippe Gaulier, em Londres. Para a pintora, a inquieta atriz foi buscar a formação em Artes Plásticas pela Faculdade FAAP (SP).
Ganhou prêmios, como Melhor Atriz por duas vezes no Festival de Teatro de Rio Preto (SP), por Todos Os Que Caem de Samuel Becket, sob a direção de André Pink e, por A Sonata Fantasma de August Strindberg, também sob a direção André Pink. Como Dona Cesarina, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa em O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, recebeu a indicação de Melhor Atriz Coadjuvante do Prêmio Aplauso Brasil no ano de 2017. Também atuou no filme Alzheimers, sob a direção de Carlos Manga Jr, que recebeu o Leão de Ouro de Melhor Propaganda em Cannes, no ano de 2006.

Há 20 anos atua no Teatro Promíscuo, grupo coordenado por Renato Borghi. Também esteve sob a direção de Cibele Forjaz na montagem de sucesso O Homem Elefante (2015). Atuou no filme A Comédia Divina, baseado no conto de Machado de Assis sob direção de Tony Venturi. Em 2020 concebeu e atuou no projeto do curta–metragem de ficção Ensaio para uma voz humana, com direção de Georgette Fadel e dramaturgia de Fernanda Dumbra. Entre 2023 e 2024 esteve em turnê pelo Brasil com o espetáculo Molière, de Sabina Berman, sob a direção de Diego Fortes, contracenando com Matheus Nachtergaele (Molière), Elcio Nogueira Seixas (Jean Racine), Renato Borghi (Arcebispo de Paris, Monsenhor Péréfixe), Josie Antello (Rei Luiz XIV) e grande elenco. Suas vivências com a personagem Mademoiselle Du Parc, arrancou elogios da crítica, como a da carioca Paty Lopes, que escreveu: “Regina França, a esposa de Racine, não deixa passar despercebida sua beleza. Usa seu corpo a seu favor, aliás, ela usa tudo a seu favor, até o próprio ar que a mantém viva. Belíssima são as suas cenas, ainda mais quando atua ao lado de Borghi, quanta graça, se houve para ela algum desafio em sua interpretação, não parece, pois a atriz mostra tanta segurança e grandiosidade, que eleva qualquer fio de pensamento quanto ao seu ofício a seu favor!” (Jornal Portal, 1/10/22). Após o sucesso de Molière, em 2024, novamente com o Teatro Promíscuo, foi a vez de Regina França subir aos palcos com o espetáculo Alegria é a Prova dos Nove, sob direção de Johana Albuquerque. A atriz integrou o elenco da série MED, com direção geral de Helena Petta e Ana Petta e produção da Paranoid Filmes para a Netflix.
Em 2025, a atriz abriu espaço na carreira para dedicar-se a sua primeira obra autoral infantil A Chave do Labirinto, que chegou às livrarias já no final do mesmo ano. Atualmente, além de prosseguir com os eventos de lançamento do livro pelo Brasil, Regina França se prepara para levar A Chave do Labirinto também aos palcos.
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